ELEIÇÃO 2026: GOVERNADOR NÃO APARECE ENTRE OS TRÊS PRIMEIROS NA PESQUISA DATATEMPO

 ELEIÇÃO 2026: GOVERNADOR NÃO APARECE ENTRE OS TRÊS PRIMEIROS NA PESQUISA DATATEMPO

 

Por Arthur Amorim Jr. (by Norticiando)

O novo governador de Minas, Mateus Simões, que vai buscar a reeleição em outubro próximo, terá muito trabalho para tentar reverter o atual cenário político e lograr êxito. Na recente pesquisa da Datatempo, contratada pela Sempre Editora, do jornal O Tempo, a performance do atual governador Mateus Simões (PSD) não anda nada bem neste momento, aparecendo em quinto lugar, com apenas 3,4%, atrás da fundadora do PSOL, Maria da Consolação.Pela ordem, sai na frente o senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, com 25,5%, tendo em seu retrovisor um velho conhecido da política mineira: o ex-governador, ex-senador e atual deputado federal Aécio Neves (PSDB), com 18,9%, seguido, em terceiro lugar, pelo ex-prefeito da capital, Alexandre Kalil (PDT), que segura a terceira colocação com 13,5% — um patamar que o mantém vivo no jogo, mas ainda distante da briga principal. O nome do senador Rodrigo Pacheco não foi citado neste cenário da pesquisa.

SEGUNDO CENÁRIO

Noutro cenário, sem a presença do deputado Aécio Neves, o nome do senador Rodrigo Pacheco aparece em quarto lugar, com 6%, seguido do governador Mateus Simões, com 3,6%. Neste cenário, o senador Cleitinho também domina, com 29,6%, seguido do ex-prefeito de BH, Alexandre Kalil (PDT), e, em terceiro, Maria da Consolação, do PSOL. A pesquisa foi publicada na quarta-feira (25/3), após colher entrevistas com duas mil pessoas, no período compreendido entre 14 e 18 de março de 2026.

PACHECO E AÉCIO

Em política, o improvável costuma virar rotina — e declarações, às vezes, duram menos que um ciclo de notícias. A mais recente que ecoa pelos corredores do Congresso Nacional aponta para uma possível união entre o senador Rodrigo Pacheco (PSB) e o deputado federal Aécio Neves (PSDB). O detalhe que apimenta a história: em entrevista recente, o ex-governador cravou que jamais dividiria palanque com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas, caso a aliança com Pacheco avance — com Aécio na condição de vice —, o discurso corre sério risco de virar peça de arquivo. Por ora, tudo segue no terreno da especulação. Entretanto, quando o assunto é articulação política, o “nunca” costuma ter prazo de validade bem curto.

 

 

 

Related post

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *