Trocas de partido redefinem poder e acendem alerta para 2026
Por Arthur Amorim Jr. (by Norticiando)
O esvaziamento do Avante em Minas abre uma disputa silenciosa — e estratégica — por espaço e influência. Em meio à janela partidária, lideranças redesenham suas posições de olho em 2026 e no controle de bases eleitorais.
Weliton Prado reforça o PSD, ampliando o peso da sigla em regiões-chave. Pedro Aihara migra para o PP, que busca musculatura e capilaridade no estado. Já Zé Silva desembarca no União Brasil, fortalecendo um partido que aposta na consolidação de bancada competitiva.
No campo mais ideológico, Duda Salabert retorna ao PSOL, reposicionando-se em uma trincheira mais alinhada ao seu discurso. Enquanto isso, o PDT também se movimenta nos bastidores, tentando recuperar protagonismo em meio à reconfiguração do tabuleiro político mineiro.
Mais do que simples trocas de legenda, o movimento escancara uma disputa por sobrevivência, visibilidade e poder — com impactos diretos na correlação de forças para as próximas eleições.
