Assalto a ônibus falha graças a reação do motorista

 Assalto a ônibus falha graças a reação do motorista

Uma cena de terror e perigo extremo tomou conta da MGT-496, no trecho do km 100 — perto do povoado de Beltrão, em Corinto (Norte de Minas) — quando um ônibus de passageiros foi alvo de disparos de arma de fogo, durante uma tentativa de assalto brutal que poderia ter terminado em tragédia.

Tudo começou com uma perseguição silenciosa e sinistra: um sedã de cor prata seguia de perto o coletivo, como uma sombra perigosa. Num momento fatal, os criminosos emparelharam deliberadamente com o ônibus — e abriram fogo: cerca de quatro disparos ecoaram pela rodovia, acertando a lataria e a estrutura do veículo. O objetivo era cruel e claro: obrigar o motorista a parar no acostamento, expondo todos os passageiros e a equipe ao risco de violência, roubo e pior.

Mas o destino deu uma virada graças à coragem, sangue-frio e rapidez impressionante do motorista: sem hesitar, ele pisou fundo no acelerador, desafiou os bandidos e rompeu a perseguição, fugindo da zona de perigo imediato. Não parou um segundo — só buscou segurança até chegar a um posto de combustíveis no km 75 da rodovia, próximo ao trevo de Lassance. Lá, com a adrenalina ainda alta, acionou urgente a Polícia Militar pelo 190.

Ao verem que o plano desmoronou e que a vítima escapou, os bandidos entraram em pânico: fizeram uma manobra brusca de retorno e desapareceram como fugitivos, correndo em direção à BR-135 — deixando para trás marcas de balas, medo e um rastro de tensão.

O alívio veio como um milagre: apesar da violência dos disparos e do terror vivido a bordo, nenhum passageiro nem membro da equipe ficou ferido. A estrutura do ônibus ficou danificada, mas vidas foram preservadas — graças à reação rápida do condutor.

A Polícia Militar compareceu prontamente para registrar cada detalhe da ocorrência; a Perícia Técnica da Polícia Civil também esteve presente, examinando cada marca de bala, cada dano na lataria, para reunir provas contra os autores do ataque.

As buscas pelos criminosos seguem intensas, com equipes vasculhando rotas e regiões próximas — mas até agora, os responsáveis permanecem foragidos, evadindo da justiça.

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