Carreta de Ultrassonografia do Ministério da Saúde atende em Bocaiuva até sexta-feira
A Carreta de Exames de Ultrassonografia do Ministério da Saúde está em Bocaiuva desde o dia 25 de agosto e permanece no município até a próxima sexta-feira (28/08). Os atendimentos são destinados a pacientes previamente agendados pela rede municipal de saúde.
Resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Bocaiuva, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, e o Ministério da Saúde, o veículo está estacionado na Praça de Eventos. Ele foi totalmente equipado para a realização de exames especializados, ampliando temporariamente a capacidade de atendimento da cidade.
A iniciativa visa facilitar o acesso da população aos serviços de saúde, dar mais agilidade aos pacientes que já aguardavam por esses procedimentos e ajudar a reduzir a fila de espera por exames especializados.
Durante toda a ação, serão oferecidos exames de ultrassonografia de abdome, tireoide, obstétrico e de vias urinárias. A vinda da unidade móvel representa um importante reforço à estrutura de saúde do município e permite responder a uma demanda já existente na rede pública.
Atendimento exclusivo para quem já estava agendado
Os atendimentos são destinados apenas aos pacientes que já tinham agendamento prévio confirmado. Para garantir que todos recebam as orientações corretas, a Secretaria Municipal de Saúde está entrando em contato diretamente com os pacientes por meio do WhatsApp oficial da Secretaria.
Nas mensagens, são informados data, horário e todos os procedimentos necessários para o atendimento. Por isso, a recomendação é: quem recebeu o contato, fique atento às informações enviadas.
A Prefeitura também pede que todos sigam corretamente as instruções recebidas e compareçam no dia e horário marcados — assim, é possível garantir o atendimento e manter a programação organizada.
A presença da carreta em Bocaiuva faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o acesso a exames especializados e reduzir a demanda reprimida, levando os serviços mais perto de quem precisa e já espera atendimento pelo sistema público. (Ascom/PMBoc — Jornalista Jerúsia Arruda)
